sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Entidades confirmam lançamento de campanha unificada

Mais de 20 entidades nacionais que representam servidores do Executivo, Legislativo e Judiciário confirmaram o lançamento da campanha salarial unificada em defesa dos servidores e serviços públicos para o dia 15 de fevereiro a partir das 9h. A data foi definida em uma reunião nesta terça-feira que também apontou outras atividades de mobilização dos servidores federais. Hoje, representantes de todas as entidades foram ao Ministério do Planejamento, Secretaria Geral da Presidência da República, Supremo
Tribunal Federal (STF), Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Legislativo onde protocolaram documento com as reivindicações (ANEXO) da categoria.

Na Secretaria Geral da Presidência as entidades foram recebidas por José Feijó, assessor do ministro Gilberto Carvalho. Na oportunidade foi solicitada uma reunião com o ministro na mesma data do lançamento da campanha dos federais.
As entidades também esperam que o lançamento da campanha coincida com o lançamento da frente em defesa dos serviços públicos na Câmara dos deputados. No dia 1º de fevereiro a Condsef tem uma reunião com o  deputado Edson Santos e vai buscar entendimento para que as datas do  lançamento da campanha salarial e da retomada da frente em defesa do  serviço público conciliem. A expectativa é de que haja um ato no  auditório Nereu Ramos com a presença de parlamentares defensores de  melhorias e investimentos urgentes para os serviços públicos voltados à população.

Outras atividades – O fórum nacional de entidades também confirmou uma nova reunião para o dia 31 deste mês. No encontro as entidades  pretendem consolidar novas ideias que reforcem a mobilização dos  servidores em todo o Brasil. Já faz parte do calendário de atividades  uma jornada de lutas em todos os estados que acontecerá entre os dias  13 e 16 de março. O objetivo dessa jornada é debater o processo de
negociações com o governo, avaliar avanços e necessidade de pressão. A jornada de mobilização culmina com uma grande marcha a Brasília no dia 28 de março.

A participação em massa dos servidores de todas as esferas (Executivo,  Legislativo e Judiciário) em todo o Brasil será a chave para o sucesso  da campanha que busca atendimento de reivindicações urgentes que  garantam servidores valorizados e serviços públicos de qualidade a que todos os brasileiros têm direito.

Ps: Anexo o oficio protocolado no Ministério do Planejamento


Vanda Lucas

ASAV - UFV

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Reitores se dividem sobre empresa de gestão dos hospitais universitários

Estatuto publicado perto do Ano Novo ainda gera dúvidas sobre autonomia e não há consenso sobre ganhos para instituições
Os longos debates durante o ano de 2011 foram insuficientes para que os reitores das universidades federais aprovassem o novo modelo de gestão dos hospitais universitários proposto pelo governo. A administração dessas unidades que servem de base para o ensino, a pesquisa e a extensão dos estudantes da área de saúde será unificada por uma empresa pública, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).
O estatuto da empresa foi publicado às vésperas do Ano Novo, no dia 29 de dezembro. O documento não esclarece todas as dúvidas dos gestores das instituições federais e dos hospitais universitários. Por isso, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) decidiu não oficializar opinião sobre a empresa. Cada reitor tomará a decisão de fazer parte da empresa ou não sem o aval da associação.
Consenso entre os reitores é que o governo precisava arrumar soluções para dois graves problemas enfrentados pelos hospitais de ensino nos últimos anos: a falta de recursos financeiros e de pessoal qualificado nos quadros permanentes das unidades. Desde o ano passado, a quantidade de recursos destinados aos hospitais aumentou. As políticas dedicadas a isso ganharam aprovação dos reitores.
A empresa pretende agora solucionar a segunda parte das dificuldades. O déficit de profissionais de saúde nos 46 hospitais universitários do Brasil chega a 26 mil servidores. Sem a realização de concursos públicos para reposição, as fundações de apoio das universidades foram usadas para contratar esses profissionais, de forma ilegal segundo o Tribunal de Contas da União (TCU).
De acordo com o projeto aprovado no Congresso Nacional, a Ebserh será contratada pelas universidades que assim o quiserem – elas terão a liberdade de escolherem entregar a administração dos hospitais à empresa ou não – para administrar os recursos e contratar profissionais das unidades hospitalares de ensino. Os conselhos universitários de cada instituição precisam aprovar os convênios.
Os novos servidores serão contratados por regime trabalhista de empresa privada. A proposta pretende agilizar a troca de funcionários, quando necessário, oferecer salários mais competitivos e estabelecer metas de qualidade de serviço aos profissionais. Inicialmente, os funcionários terceirizados poderão ser aproveitados. Serão realizados processos de seleção simplificados, com base na análise de currículos.

Autonomia universitária
As dúvidas de reitores e representantes sindicais é que como fica a autonomia das instituições agora. Para Edward Madureira Brasil, reitor da Universidade Federal de Goiás (UFG), as universidades não podem perder o controle das atividades acadêmicas, de pesquisa e de extensão com a contratação da Ebserh.
“A discussão ainda é precoce, porque a empresa não foi oficialmente criada ainda, há dúvidas sobre como os contratos serão celebrados. Não estamos rejeitando ou aceitando de forma passiva a proposta. Precisávamos de uma solução para os hospitais, mas não vamos abrir mão do princípio da autonomia universitária”, afirma. Ele acredita que as instituições terão de promover debates nos conselhos superiores ainda no primeiro semestre do ano sobre o tema.
Natalino Salgado Filho, médico e reitor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), defende a proposta. Ele diz que o texto final garante que não haverá interferência da empresa na área acadêmica, mesmo com a Ebserh ficando responsável pela gestão dos recursos. “As decisões de como empregá-los serão tomadas de acordo com as orientações das universidades e os contratos vão definir as regras da gestão”, garante.
Presidente da Comissão dos Hospitais Federais de Ensino da Andifes, Filho acredita que as críticas ao projeto são naturais. “A minha avaliação é a de que os hospitais vão ter os quadros completos de pessoal e vão reativar 1,5 mil leitos necessários à sociedade”, afirma. O estatuto da empresa diz que todos os recursos para os hospitais terão de vir do Sistema Único de Saúde (SUS). O capital social da empresa será de R$ 5 milhões.
A Federação de Sindicatos de Trabalhadores em Educação das Universidades Brasileiras (Fasubra) é “radicalmente contra” a criação da empresa, segundo Rolando Rubens Malvásio Junior, coordenador geral da Fasubra. “A empresa não resolve os problemas dos hospitais e interfere na autonomia e no ensino”, opina. Malvásio Junior critica o tipo de contratação dos novos funcionários – por regime de CLT – e afirma que o importante era garantir mais recursos aos hospitais. “Nosso último campo de batalha agora será dentro das universidades”, diz.
A Andifes terá um representante no Conselho de Administração da Ebserh. No Conselho Consultivo, haverá representantes dos usuários dos serviços de saúde dos hospitais universitários, dos residentes, da Andifes e dos trabalhadores dos hospitais administrados pela empresa.

Fonte: Portal IG

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Nota de falecimento

O técnico de enfermagem da UFTM, Francelmir Mendes Peixoto, faleceu ontem, às 21h, de infarto.  O Sinte-Med, através de sua Coordenadoria, se solidariza com os familiares do servidor. Os coordenadores se mostraram extremamente abalados com a notícia, e frisaram o companheirismo de Francelmir. "Este era um grande amigo e lutador. Sempre esteve do nosso lado", pontuaram. 
Francelmir está sendo velado na rua Domingos Tiveron, 297, Jardim Maracanã. O sepultamento acontece às 16h, no Cemitério Medalha Milagrosa. 
O servidor deixa um filho.


quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Nova diretoria toma posse

Assumiu na tarde de ontem a nova diretoria do Sinte-Med, que estará a frente da entidade de 1º de dezembro de 2011 a 30 de novembro de 2013. 
Coordenadoria
Mirtes Helena dos Reis (Geral)

Loila Aparecida Rodrigues (Geral)

Maria dos Reis Silva - a "Nega" (Geral)

Maria Inês de Oliveira (Administrativa e Financeira)


Francisco de Oliveira Pereira Alves (Administrativa e Financeira)


Geruza Maria de Oliveira Tomé (Assuntos Jurídicos)

Maria de Lourdes Mamimoto Kashiwabara (Formação e Políticas Sindicais e Saúde do Trabalhador)
Valter Dias Cardoso (Formação e Políticas Sindicais e Saúde do Trabalhador)


Denilson Assis Francisco Caetano (Racismo, Preconceito e Gênero)


Beatriz Aparecida Resende (Racismo, Preconceito e Gênero)


Lourdes da Silveira (Políticas de Comunicação)


Heber Roberto Izaías (Políticas de Comunicação)


Evandro das Graças Alves Pereira (Aposentados, Pensionistas e Assuntos de Aposentadoria)



Vicente Gregório da Silva (Políticas Esportivas, Sociais, Culturais e  Lazer)

João Camilo - o "Camilinho" (Aposentados, Pensionistas e Assuntos de Aposentadoria)



Waltuir dos Reis (Políticas Esportivas, Sociais, Culturais e Lazer)



Geraldo Prata (Suplente)




João Avelino Barros (Suplente)



João Jorge Kozak (Suplente)


Nova Coordenação do Sinte-Med (2011-2013) com o vice-presidente da Comissão Eleitoral, Flávio Pires



A "Nega" recebeu orquídea dos filhos e marido, e ainda foi "diplomada"




Ainda assumiram:
Cíntia Dutra Martins da Silva (Formação e Políticas Sindicais e Saúde do Trabalhador)
Aparecido José Fialho (Políticas Esportivas, Sociais, Culturais e Lazer)

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Desvio de função terá que ser visto caso a caso

A advogada do Sinte-Med, Jaciana Martins fez este alerta durante Assembleia. Segundo Jaciana, quanto ao vale alimentação, a ação será realizada de forma coletiva, mas no caso de desvio de função, cada servidor terá de levar sua informação individual à assessoria jurídica. 
Ela alerta que o servidor terá de agendar previamente seu horário. "Basta ligar no Sinte-Med, e conversar com Lisley ou Fábio que eles vão indicar horários e dias para melhor atendermos. Lembrando, o telefone é o 3333-2702, e o ramal 5800", diz. Para a advogada, é fundamental que o servidor o faça de forma rápida, para que o processo seja agilizado.
Jaciana Martins lembra que, para não haver perda de tempo, o servidor deve levar xerox de Carteira de Identidade e CPF. "Ao chegar no Sinte-Med também terá uma procuração para que o trabalhador assine, a fim de que eu possa representá-lo", conclui.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Boas novas

A Coordenadoria do Sinte-Med convoca todos os servidores para participar de Assembleia Geral Extraordinária, que acontece às 14h, no dia 11 de novembro, sexta-feira, no anfiteatro A do Hospital das Clínicas da UFTM. A assessora jurídica do sindicato, advogada Jaciana Martins, adianta que as notícias são boas. 
Segundo os coordenadores do Sinte-Med, além das boas novas que serão sobre isonomia - vale alimentação; indenização - desvio de função; também será passado ao servidor informações sobre a EBSERH. Além disto, a coordenação informa que acontece retirada de delegados para a Plenária da Fasubra.
A Coordenaria do Sinte-Med convida a todos, e reafirma a importância da presença do servidor. "Tudo é construído a partir da união. Temos boas notícias e gostaríamos de dividir isto com o nosso servidor", destacam os coordenadores.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Temos muito o que comemorar

O Projeto de Lei Complementar (PLP) 549/2009 foi rejeitado pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, em reunião na manhã de hoje, 19. Os servidores públicos lotaram a sala da Comissão, e comemoraram muito.
O PLP visava a limitar o crescimento da folha total de pagamento dos servidores em cada Poder. Trocando em miúdos, isto significa o congelamento do salário dos servidores por 10 anos.
Depois da rejeição nas duas comissões, de Trabalho e de Finanças, o PLP 549/2009 deve seguir sua tramitação bastante combalido.
Ele será encaminhado agora à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para a análise da constitucionalidade, e posteriormente ao Plenário. “Precisamos ficar atentos”, alertam os coordenadores do Sinte-Med.



Para a Coordenação do Sinte-Med, apesar da rejeição em duas comissões parlamentares, na prática o PLP 549/2009 já está sendo implementado, tendo em vista as limitações impostas pelo governo nos Orçamentos de 2011 e 2012 para reajustes salariais. “Basta observar as sucessivas negativas a negociações de reajustes salariais pleiteados por diversas categorias de trabalhadores”, destacam os sindicalistas.